East Los Angeles é mágica. Possui uma fotografia incrível, uma tonalidade de azul no céu um tanto intensa. Possui ruas largas, poucos prédios, alguns monumentos, pontos turísticos como El Alisal, e regiões retratadas em filmes, como El Pino, no filme Blood In Blood Out. Mas seu maior tesouro, além da rica história proveniente desde a colonização no século 18, é seu povo; latino, retratado não apenas em filmes épicos, como Boulevard Nights, ou em músicas de Kid Frost, mas também nos murais.
Seguem algumas pinturas incríveis, que retratam a fibra e o sangue de uma população riquíssima:
La Pared Que Habla, Canta y Grita: Pintura de Paul Botello, com apoio de Adalberto Ortiz, Gerardo Herrera e Gustavo Sanchez. Um protesto ao assassinato de um jornalista mexicano, por um policial (All Cops Are Bastards!) durante a passeata National Chicano Moratorium March, contra a Guerra do Vietnã, em 1970.

Jobs Not Jails: Mais empregos, menos cadeias. Mural da Homeboy Industries, que ajuda à comunidade na criação de mais empregos.

Together: Pintura de Christina Miguel, com apoio da East-West Community. Faz homenagem à imigração chinesa aos Estados Unidos, e às dificuldades enfrentadas por aquele povo.

Cultural Identity Indicating Time in Perpetual Movement: Pintura de Eloy Torrez, fazendo homenagem às maiores figuras Mexicanas e Chicanas, fundamentais no processo de consolidação do México enquanto identidade cultural.

Ghosts of The Barrio: Pintura de Wayne Healy, retratanto os "homies" acompanhados de seus ancestrais culturais, tais quais o Azteca, o Conquistador e o Mestizo.

Untitled: Graffiti pintado por Vyal, Retna, Werc, Kofie, em 2008.

Um dos clássicos de East Los Angeles, é o mural pintado por Paul J. Botello, em 1991. Retrata o caos urbano da vida, começando nas balas perdidas atingido meros esqueletos (mortos) na ponta esquerda, indo ao centro (Nossa Senhora do Guadalupe) e à direita, onde está a esperança da população.

Homenagem aos mestres mexicanos, feito em 2004.
